O Fusca está de volta e agora será elétrico.

Aempresa alemã Volkswagen anunciou a adaptação do seu clássico modelo Fusca, agora com motor elétrico. As alterações não farão com que você perca seu estilo tradicional e permitirá que você viaje 200 quilômetros com apenas uma carga de bateria.

O Veículo é conhecido, sem dúvida um dos modelos de carros mais famosos do mundo. Mas a passagem do tempo é inexorável para todos e o famoso veículo também deve se adaptar ao novo mundo.

Assim, a empresa Volkswagen apresentou sua nova versão do Fusca, que agora será elétrica e terá sua primeira apresentação pública no International Motor Show, em Frankfurt, na Alemanha.

A marca alemã introduziu o novo modelo como “um conceito holístico”, que trabalhou em conjunto com a empresa eClassics para “eletrificar” o modelo antigo fabricado pela primeira vez em 1938 e com suas novas versões em 1997 e 2011.

Além de ser usado por milhões de motoristas de todas as idades, o Fusca inspirou filmes como o aclamado Cupido Motorizado e foi usado por celebridades como Harrison Ford ou figuras políticas influentes como o ex-presidente do Uruguai José Mujica.

“O Fusca elétrico combina o charme do nosso carro clássico com a mobilidade do futuro”, disse Thomas Schmall, membro do conselho de administração da Volkswagen.

O motor elétrico do novo veículo, fabricado na cidade de Kassel, pode atingir picos de 60 quilowatts, o equivalente a 82 cavalos de potência. A bateria de lítio, desenvolvida na cidade de Brunswick, pode fornecer um total de cerca de 36,8 kW/h.

Mas não foi fácil. Nessa transformação, os desenvolvedores encontraram alguns desafios. As novas peças exigidas pelo sistema elétrico os forçaram a ampliar o chassi, agora o veículo terá um peso total de 1.280 quilos. No entanto, os fabricantes dizem que ele tem a capacidade de acelerar até 50 quilômetros por hora em quatro segundos e chegar a 80 quilômetros por hora em oito segundos. A velocidade máxima que você pode atingir é de 150 quilômetros por hora.

A Volkswagen enfatizou que o modelo foi projetado para percorrer cerca de 200 quilômetros com uma única carga de bateria. De qualquer forma, os fabricantes projetaram um sistema de recarga que permite ao Fusca percorrer 150 quilômetros com uma carga de uma hora.

MORRER E MATAR POR CRISTO: 10 FATOS SOBRE OS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS

Guerreiros acima das leis e castos. Conheça a mais poderosa ordem de cavaleiros da cristandade

Os cavaleiros templários faziam parte de uma ordem militar da Cavalaria no período da Idade Média. Durante os anos de 1118 e 1312 d.C., sua função era, principalmente, proteger cristãos peregrinos que estavam indo até Jerusalém.

Eles faziam votos de pobreza, obediência e castidade. Conheça 10 fatos curiosos sobre a lendária ordem.

  1. Jamais se renda

Seguindo normas muito estritas, os cavaleiros nunca poderiam se render enquanto a cruz vermelha ainda sobrevoasse o campo de batalha. Todos eles dariam suas vidas pela ordem, o que significa que eles não recuavam quase que de forma alguma.

  1. Os treinamentos

É sabido que os membros da organização sempre estavam armados e treinados. No entanto, não havia nenhum tipo de padrão para os treinos desses homens. Acredita-se que isso acontecia porque já era esperado que os cavaleiros já tivessem recebido capacitação anteriormente.

  1. Cavaleiros?

Mesmo que conhecidos por seus cavaleiros, a Ordem dos Templários contava com muito mais pessoas do que apenas estes. Existiam centenas de cavaleiros, mas a maioria era formada por soldados de infantaria, como escudeiros, padres, trabalhadores e até mesmo mulheres.

  1. As mulheres

Elas não podiam se tornar cavaleiros, já que não havia a possibilidade de que estas lutassem, mas as mulheres podiam fazer parte da organização por outras formas. A maioria, eram freiras que ajudavam nos “empreendimentos espirituais”, fazendo orações, e oferecendo assistência médica e psicológica aos soldados.

  1. Poder territorial

Os templários possuíam inúmeras terras, tornando-se muito poderosos com o passar dos anos. Regiões como Inglaterra, Portugal, Boêmia, a ilha de Chipre, entre outros, faziam parte do poderio da ordem. Assim, eles tinham muitos recursos à sua disposição.

  1. Criação de um banco

Os mosteiros templários eram lugares seguros e, por isso, passaram a ser usados como um tipo de banco . Pessoas guardavam riquezas, objetos de valor, faziam empréstimos e até emitiam cheques. O sistema ficou tão famoso que inúmeros reis deixaram suas fortunas nesses locais.

  1. Código secreto

Ao moldarem esse sistema bancários, os cavaleiros precisavam compartilhar os dados financeiros ou confidenciais com outras seitas da ordem. Por isso, criaram um código secreto que, na época, era impossível de ser decifrado. O símbolo foi baseado em uma variante da Cruz de Malta.

Crédito: Reprodução

  1. Acima da lei

Uma das vantagens de ser um cavaleiro templário residia no fato de que eles estavam acima de todas as leis locais e regionais — respondendo apenas ao papa. Além disso, eles não pagavam a maioria dos impostos das regiões em que ficavam.

  1. Mercenários

Os templários não se importavam em contratar exércitos mercenários para apoiar suas próprias guerras. Especialmente durante as Cruzadas, eles recrutavam turcopoles, a cavalaria leve da Anatólia, e unidades de arqueiros compostas cristãos ortodoxos do Oriente Médio.

  1. Pergaminho Chinon

O Pergaminho Chinon foi a decisão do Papa Clemente V de exonerar os Cavaleiros Templários de todas as acusações impostas contra eles pelo rei Filipe. O manuscrito só foi encontrado em 2001 e revela como eles foram inocentados de todos os possíveis “crimes” que cometeram.

VW vai relançar a Kombi no Brasil, mas elétrica e com 370 cv

Foi em dezembro de 2013 que a linha de montagem da Volkswagen Kombi foi desativada em São Bernardo do Campo (SP), fruto da nova legislação que obriga carros vendidos no Brasil a terem airbags frontais e freios ABS.

Desde então, a marca alemã nunca mais ofereceu uma van no mercado brasileiro. Isso mudará em 2023, exatos dez anos depois. É esse o prazo que a fabricante estipulou para lançar no país a sucessora da Kombi. E ela será elétrica.

O plano de eletrificação da VW no país, que já foi apresentado de maneira secreta a diretores locais da companhia e prevê cinco lançamentos nos próximos quatro anos.

O primeiro deles a empresa já anunciou: será o híbrido Golf GTE, que vem importado da Europa para assumir o lugar do extinto GTI nacional, a fim de evitar que o hatch médio seja definitivamente tirado de linha em nosso mercado enquanto a oitava geração não chega.

Embora a apresentação tenha acontecido este ano – nossa reportagem, inclusive, já o experimentou –, o início efetivo das vendas (em lote com 99 unidades) será em 2020.

Híbrido com recarga externa, o Golf GTE combina um motor 1.4 turbo a gasolina de 150 cv a outro elétrico, rendendo 204 cv e 35,7 mkgf de potência e torque combinados.

Para 2021 a Volkswagen deve começar a vender no Brasil o Tiguan GTE, que sequer foi lançado ainda nos Estados Unidos ou na Europa. Tal qual o Golf GTE, terá recarga externa e combinará o mesmo propulsor 1.4 turbo a dois elétricos, que juntos devem atingir 225 cv.

Nova geração do Touareg está planejada para ser vendida no Brasil em versão híbrida
Nova geração do Touareg está planejada para ser vendida no Brasil em versão híbrida.

Nesse mesmo ano a empresa planeja lançar no país a nova geração do suvão Touareg, na configuração híbrida PHEV, já existente na China.

Esta também é recarregável na tomada e traz um 2.0 turbo a gasolina aliado a um motor elétrico que faz o conjunto render 368 cv e 71,4 mkgf.

SUV cupê elétrico I.D. Crozz ganha vida em 2020 e deve estar no Brasil em 2022
SUV cupê elétrico I.D. Crozz ganha vida em 2020 e deve estar no Brasil em 2022.

Em 2022, será a vez de a marca lançar seu primeiro carro 100% elétrico no país: a versão de produção do I.D. Crozz, SUV cupê já apresentado conceitualmente no Salão de Frankfurt há dois anos, e que deve ganhar vida na Europa ano que vem.

Terá um motor 100% elétrico acima de 300 cv, e promete uma autonomia de 500 km.

I.D Buzz terá tração integral e potência de carro esportivo
I.D Buzz terá tração integral e potência de carro esportivo (Divulgação/Volkswagen)

Por fim, no ainda relativamente longínquo 2023, o plano prevê a chega da I.D. Buzz, minivan também derivada da plataforma modular voltada a veículos elétricos da Volkswagen, a MEB. É considerada a Kombi do futuro.

Interior da I.D Buzz será mais espaçoso e confortável que o da velha Kombi
Interior da I.D Buzz será mais espaçoso e confortável que o da velha Kombi.

A I.D. Buzz ganhará vida na Europa em 2022, para substituir a Transporter 6, sexta geração do utilitário que foi produzido no Brasil entre 1950 e 2013, como gerações 1 e 2.

I.D Buzz também terá uma configuração furgão de carga
I.D Buzz também terá uma configuração furgão de carga .

Será 100% elétrica, oferecerá 370 cv de potência com tração integral e autonomia prometida de até 600 km no ciclo EPA. Bem diferente da primeira Kombi vendida em nosso mercado nos anos 50, com propulsor 1.1 a gasolina de 25 cv e tração traseira.

A VW Nivus terá um motor e três versões, uma delas para PcD
query_builder9 dez 2019 – 16h12
Se a troca da Kombi refrigerada a ar pela arrefecida a líquido já gerou um burburinho enorme entre os entusiastas, como a futura Kombi elétrica será aceita em nosso mercado? Teremos de esperar longos quatro anos para descobrir.

Fonte: QUATRO RODAS.

HÁ 204 ANOS, O BRASIL INTEGRAVA O REINO UNIDO DE PORTUGAL E ALGARVES.

16 de Dezembro de 1815: O Príncipe Dom João (futuro Rei Dom João VI) eleva o Brasil à categoria de Reino…

Dom João VI, Rei de Portugal, de seu nome João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança, *Lisboa, Ajuda 13.05.1767 – †Lisboa, Pena, Palácio da Bemposta 10.03.1826, era filho de Dom Pedro III, Rei de Portugal (de jure uxoris) e de Dona Maria I, Rainha de Portugal; Neto paterno de Dom João V, Rei de Portugal e de Maria Anna Josefa, Arquiduquesa da Áustria e neto materno de Dom José I, Rei de Portugal e de Dona Maria Ana Vitória de Borbón, Infanta de Espanha.

A Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro:

A Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, fundada oficialmente a 12 de Agosto de 1816. Desde a sua fundação que a sua história reflecte as transformações registadas pela história do Brasil, constituindo um dos mais importantes organismos culturais deste país.

História:

Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios

A 20 de Novembro de 1800, por carta régia, foi estabelecida no Rio de Janeiro, por ordem do Príncipe Regente Dom João, a Aula Prática de Desenho e Figura, a primeira medida concreta para a evolução do ensino de artes na colónia do Brasil, dada por meio de sua sistematização e pela difusão e fixação da arte em si.

A 12 de Agosto de 1816, Dom João, já soberano do Reino Unido, por Decreto, criou a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, sob orientação de Lebreton membro da Missão Artística Francesa, sendo implantada oficialmente a educação artística no Brasil.

A Academia Imperial de Belas Artes:

A 5 de Novembro de 1826 foi inaugurada a Academia Imperial de Belas Artes pelo imperador Dom Pedro I (Dom Pedro IV, Rei de Portugal), em prédio projectado por Grandjean de Montigny no becco das bellas artes no Rio de Janeiro, situado próximo ao Rossio, actual praça Tiradentes, no centro da cidade do Rio de Janeiro. O edifício, um dos marcos da arquitectura neoclássica no Brasil, seria demolido em 1938, durante o Estado Novo por decreto de Getúlio Vargas.

As origens da sua fundação datam da época de Lebreton, em 1819, tendo sido substituído, na direcção da Academia, pelo pintor português Henrique José da Silva.

O nome e a concepção da instituição seriam modificados em 1820, antes dela ser definitivamente baptizada de Academia Imperial de Belas Artes, em Dezembro de 1824, antes de ser inaugurada.

A Escola Nacional de Belas Artes:

Com a Proclamação da República (1889), a partir de 8 de Novembro de 1890, a Academia Imperial de Belas Artes foi transformada em Escola Nacional de Belas Artes.

Em 1931, a escola passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro e, em 1937, a Universidade do Brasil.

Em 1949, foi introduzida a disciplina de Indumentaria Histórica, pela professora catedrática Sophia Jobim, tornando-se a primeira da área, na America do Sul.

Escola de Belas Artes:

Em 1965 , teve o seu nome novamente alterado mais uma vez, quando passou a chamar-se apenas Escola de Belas Artes, sendo incorporada na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Actualmente a EBA é dirigida pelo professor Carlos Gonçalves Terra, tendo como vice-directora a professora Madalena Ribeiro Grimaldi.

(Fontes: Investigação António Carlos Janes Monteiro, GeneAll e Wikipédia)